Rigor antes de opinião
Toda recomendação que sai daqui tem número, fonte e método atrás. Se não conseguimos defender, não entregamos.
Desde 2020, colocamos alunos dentro de problemas reais do mercado financeiro: já desenhamos crédito para a Geração Z com a NG.CASH, mapeamos oportunidades de Open Finance com o PagBank e prototipamos um produto de BNPL para o varejo com a QI Tech. Quem passa por aqui sai com repertório que nenhuma sala de aula entrega sozinha.
Não existe simulação aqui. Cada projeto começa com uma empresa de verdade descrevendo um problema de verdade — um modelo de crédito, uma plataforma de gestão de inadimplência — e termina com uma entrega que essa empresa leva para dentro de casa. Entre um ponto e outro, o membro passa pelo ciclo inteiro, com prazo correndo e alguém do outro lado esperando.
Veja o que já entregamos →Todo engajamento percorre os mesmos quatro marcos. É a estrutura que transforma um pedido vago em uma recomendação que a empresa consegue executar.
A empresa traz o problema. A gente traduz em pergunta respondível e acorda o que vai ser entregue.
Estudo do setor, dos concorrentes e dos dados disponíveis, até entender o mercado melhor do que a pergunta inicial sugeria.
Do material bruto sai a tese: onde está o gargalo, quanto ele custa e qual caminho faz sentido.
Recomendação, protótipo e apresentação para o time da empresa — defendendo as escolhas na frente de quem vai executar.
Toda recomendação que sai daqui tem número, fonte e método atrás. Se não conseguimos defender, não entregamos.
Não fazemos exercício de faculdade. O que produzimos é usado — e cobrado — por quem está do outro lado.
Quem passa pela organização continua por perto: ex-membros abrem portas, indicam oportunidades e seguem fazendo parte da comunidade.
Todo membro entra em uma área, e todas elas se cruzam no projeto do semestre.
Conduzem os projetos com as empresas parceiras, do escopo à entrega final da solução.
Abrem e mantêm as portas: prospecção de empresas, relação com parceiros e representação da organização no ecossistema.
Cuidam do ciclo de vida do membro: processo seletivo, programa de trainee, acompanhamento e cultura.
Constroem a presença da organização: conteúdo sobre o setor, marca, redes e esta plataforma.
Um grupo de alunos do Insper funda a organização para estudar de perto o mercado que estava reescrevendo o sistema financeiro brasileiro.
As primeiras parcerias com empresas do ecossistema de fintechs. O trabalho deixa de ser exercício e passa a ter um parceiro do outro lado esperando a entrega.
Estrutura de quatro áreas, processo seletivo formal e parcerias que se repetem semestre após semestre.
Nova presença digital e área de membros: projetos, eventos e pessoas passam a viver em um lugar só.
Organizações que confiaram no nosso trabalho